sábado, 19 de junho de 2010

FABER


No sol que se deita nos teus olhos,
aqueço as lembranças de um dia
perdido no tempo e resgatado na 
                    ´                        [memória                                                      
que te traz à tona sem grandes segredos.

As imagens escoam de nossas mãos
e se diluem em uma espera
que não nos traz certeza alguma
mas alimenta algo que está vivo,
perdido entre o peso do real
e um imaginário que nos constrói.

(18/06/2010)

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